A felicidade em 10 etapas

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A felicidade em 10 etapas

Mensagem  li em Ter Dez 30, 2008 8:05 am

Ou chamemos-lhe o «Manual de sobrevivência no casamento».

Pois bem, os primeiros tempos de um casamento (como todos aqueles que já casaram sabem) são de uma forma geral períodos de felicidade e harmonia em que os pombinhos vivem como que nas nuvens. Porém, o matrimónio é vivido dia-a-dia e de preferência com os pés bem assentes na terra.

Muitos casais com uma relação idílica, aparentemente capaz de resistir a todas as adversidades, começam por experimentar a pressão e as dificuldades que marcam uma existência a dois.

Com o passar do tempo, começam a surgir na cabeça de cada um perguntas do género: “como é possível que eu tenha gostado tanto desta pessoa, a ponto de me casar com ela?

Pois é! Mas à semelhança de um jardim de flores, também uma relação, e em especial um casamento, exige cuidados e atenções diárias, de ambas as partes, de modo a manter acesa a chama do amor e a levar a bom termo o compromisso que assumiram quando se decidiram a casar (e aqui é que está o ponto!).

Todavia, e como diz o ditado, “só não há remédio para a morte”.

Por isso, para ajudar a manter a felicidade conjugal e a harmonia do lar de cada um de nós, vamos aqui espreitar 10 regras básicas de grande utilidade e que afinal não são mais do que a aplicação prática do bom-senso, da compreensão e da tolerância.

1 – Aprender a ceder

Esta é uma regra de ouro e que deve estar sempre presente. Quantas vezes não nos apetece comer um belo bife e ele prefere uma lasanha? Ou, por outro lado, ele quer ver um jogo de futebol quando nós preferiamos ver um filme?

Estes pequenos nadas estão muitas vezes na origem de problemas que, com o passar do tempo, se vão avolumando até atingirem o ponto de ruptura. O melhor mesmo é aprender a fazer concessões. Umas vezes teremos de ser nós a fazê-lo, outras vezes deverá ser o nosso marido. Ambas as partes deverão estar conscientes da importância de dar e de receber. Se apenas uma das partes dá a mão à palmatória, mais tarde ou mais cedo, surgirão os ressentimentos.

Esta situação torna-se ainda mais grave se a pessoa que cede é do tipo de ficar a remoer em silêncio até atingir o ponto de ebulição e explodir de uma forma violenta. Daqui se depreende a verdadeira importância de, logo desde o início, encontrar um ponto de equilíbrio.


2 – O casamento é um espelho

Se lhe fizeres uma massagem nas costas, ele retribuirá com uma carícia. Se o tratares mal, ele muito certamente responder-te-á à letra e pode mesmo faltar-te ao respeito. Assim, fica estabelecida a importância de pensar todas as acções e atitudes.

Com efeito, a medida de carinho e respeito que recebes dele é um reflexo fiel da que lhe dás. Tudo depende de que o faças sentir que gostas dele e que o desejas. E vice-versa, claro. (Haverá aqui excepções claro....)


3 – Incrementar o diálogo

Não fiques de braços cruzados à espera que o teu marido adivinhe o que te vai na alma. Diz-lhe muito claramente o que pensas e o que queres. Se por acaso te lembras de levar a tua melhor amiga para jantar em casa, tem o cuidado de lhe dizeres antes que gostarías de o fazer. Se um dos dois vem de uma viagem e quer que o outro o vá buscar, digam-no com clareza. Não façam perguntas do tipo: “venho de táxi ou vais buscar-me?”

Um bom entendimento passa, antes de mais, por uma boa capacidade de diálogo e para isso ambos têm de se esforçar por arranjar tempo para o fazer. Assim, disponibilizem algum tempo para falarem da vossa relação, das vossas expectativas e planos para o futuro e não tragam à baila temas que nada têm a ver com a vossa relação. Quando estiverem juntos, façam o possível por dedicar o tempo a vocês próprios. Ou seja, ponham qualidade no tempo que passam juntos.


4 – Partilhem um passatempo

As actividade que ambos partilharem servem para que se sintam mais unidos. Assim, seja a prática de uma determinada actividade desportiva, ou o gosto pela jardinagem ou pela decoração, se dividirem estes gostos aproximar-se-ão ainda mais.

Ao fazerem coisas em conjunto, estão a reforçar a vossa relação e potenciam a vossa intimidade. Façam tudo a dois, nem que seja apenas a compra de um simples bilhete de lotaria.


5 – Demonstrar carinho

Porventura já reparaste naqueles casais idosos que ainda se passeiam de mãos dadas? Como achas que tal coisa é possível? A resposta é muito simples: existe muito carinho naquelas relações.

Se desde o início da relação cultivarem o carinho, esse comportamento pode estender-se por toda a vida. Não tenham receio de mostrar o quanto gostam um do outro através de carícias, mimos, gestos ou palavras secretas que apenas os dois conhecem. Celebrem o vosso casamento todos os dias e não apenas uma vez por ano. É bom que estabeleçam rituais vossos, como, por exemplo, convidarem-se para sair. Não tomem estas iniciativas como sendo estranhas. Programem actividades divertidas para os dois e dediquem esse tempo a estarem de facto juntos sem quaisquer pressões exteriores.


6 – A felicidade depende de mil e um factores

Se ambos tiverem as suas ocupações, se estiverem felizes e se retiram gozo do que fazem, o tempo que passam juntos será mais agardável e isento de preocupações. Se, pelo contrário, um dos dois, ou ambos, estiverem de mal com a vida, isso vai reflectir-se na relação.

Há situações na vida que nos trazem uma imensa tristeza, mas isso não significa que se ponha de parte a pessoa com quem vivemos. Por exemplo, a morte de uma pessoa que nos é chegada não nos deve fazer perder o gosto pela vida. Se o fizermos, corremos o risco de perder duas pessoas e não apenas uma. (Ponto importante)


7 – Dividir tarefas

Logo que se inicia uma vida a dois devem ficar bem definidas quais as tarefas que cabem a cada um dos dois. Ninguém gosta de ser recriminado por algo que não ficou previamente combinado.

Assim, arranjem um tempinho, munam-se de papel e caneta, tentem descobrir quais os trabalhos que mais gostam de desempenhar em casa e, com base nisso, elaborem uma lista de tarefas. Deste modo conseguem manter a casa num brinco sem atritos e sem discussões. Tentem criar o hábito de devolver os objectos e utensílios aos seus respectivos locais de arrumação logo após a sua utilização. Desta forma as coisas estão sempre em ordem e facilitam-se as arrumações.


8 – Aprendam a aceitar-se um ao outro

Podes muito facilmente levá-lo a crer que deve usar gravatas mais discretas que aquelas estampadas que normalmente usa, ou a refrear os comentários que ele faz numa festa. Todavia, mudar a essência da sua personalidade já é um caso completamente diferente.

Todos temos as nossas manias e hábitos, pelo que, dentro dos limites do razoável, devemos aprender a aceitar os do nosso parceiro. Afinal de contas ele já era assim antes de casar. Este é um ponto em relação ao qual devemos ter um especial cuidado, uma vez que se não gostamos que nos apontem e recriminem injustamente, devemos ter o cuidado de também não o fazer com os outros. (Outro ponto importante!)


9 – Evitar os golpes baixos nas zangas

Como “não há bela sem senão”, até na mais harmoniosa das relações há espaço para uma ou outra zanga. Nada mais natural. Porém, é importante saber levar a cabo uma disputa sem recorrer a golpes baixos.

Para isso devem ser observadas algumas regras de conduta:

-Não transportem para o presente as zangas do passado.
-Não sejam cruéis.
-Não discutam no quarto.
-Usem o pronome “eu” e não “tu”. É preferível dizer “eu não concordo contigo” do que “tu és egoísta”.
-Sejam claros.
-Se possível, mantenham o sentido de humor.
-Não se empenhem em ter sempre a última palavra. O orgulho é a ante-câmara do divórcio.

Quando tudo estiver resolvido, não se esqueçam da importância de fazer as pazes.


10 – Não vivam na sombra dos fantamas do passado

A insegurança e o ciúme não são bons conselheiros. Se ele se casou contigo é porque te estima e ama e, por sua vez, se concordaste em casar com ele foi porque tens por ele os mesmo sentimentos.

Assim, ponham de parte os vossos passados. Como por certo não gostas que ele traga para a discussão um antigo namorado teu, também para ti não há vantagem em lembrar-lhe aquela fulana com quem ele teve um caso antes de vocês se conhecerem. Evitem também comparar o vosso casamento com o de outros casais. Como alguém um dia disse e muito bem: "Assim como as impressões digitais, todos os casamentos são diferentes”.

Para terminar, o ideal é termos a noção de que não existem casamentos perfeitos, mas se tentarmos seguir alguns destes conselhos, por certo poderá ajudar-nos a levar a bom termo o nosso casamento...

Fonte: Mulher Moderna (Algumas idéias)


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Re: A felicidade em 10 etapas

Mensagem  primata em Ter Jan 06, 2009 6:13 pm

a base de um casamento ir em frente é sem duvida o respeito mutuo
eu estou casada quase ha 25 anos e até hoje não me arrependi, claro que nem sempre tudo é um mar de rosas, por vezes ha situações que teem que ser muito bem geridas ,e mal se assim não fosse .
fzendo um balanço é seguramente positivo
as pessoas teem que saber respeitar-se e sentarem-se á mesa quando teem que conversar e ajustar as coisas que estão menos bem, só assim um casamento pode ir em frente
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